sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Devemos ter cuidado com essa religião...

Relato verdadeiro de um homem ao visitar uma aldeia afastada:

Sempre considerei todas as religiões válidas. Qualquer "ismo" que a criatividade humana inventar ou inspiração transcendental possa revelar.

Minha credulidade, contudo, "entrou em xeque" diante de uma aberração que encontrei (me perdoem, mas não consigo usar outra expressão) em uma aldeia antiga que fui visitar para realizar a pesquisa de campo de minha tese de mestrado. Uma religião que os adeptos afirmam ser muito antiga. Mas desconheço qualquer relato dela e tão-pouco de seus rituais. Aqui irei escrever algumas de suas práticas que me trariam grande preocupação, caso a mesma chegue ao nosso país.

Sua religião já começa desafiando qualquer pensamento moderno. Por favor, acho muito importante divulgar isso, posto que, sim, jamais isso deve chegar em nossa terra. Há, entre eles, um contínuo incentivo para relações incestuosas. Afirmam que é correto que um homem e uma mulher, filhos do mesmo pai, se casem. Chegam a considerar um falta ao deus deles se isso não for dessa maneira. Caso alguém resolva se envolver com uma pessoa de outra família, esta deve ser adotada pelo pai do(a) fiel. Isso mesmo! O pai do(a) fiel deverá adotá-la para que esta união seja considerada válida.

Embora isso possa causar espanto, nada mais estranho do que o ritual em que o iniciado deve passar. Após o pai da família adotá-lo, este deve se banhar no sangue de um "animal" que esse pai deve dar para o sacrifício. Digo "animal" (entre aspas) porque uma vertente mais radical diz que deve ser um homem. Pasmem! Cometem homicídio e usam o sangue do morto com parte do ritual. Dizem que o homicídio executado traz paz para a alma do iniciado.

Após o banho no sangue do assassinado, o que acabou de aderiar a fé será recebido na família que o adotou e poderá comer um pedaço do corpo do morto. O canibalismo é fortemente incentivado entre os membros da aldeia. Me arrepiei de medo quando o sacerdote trouxe em uma bandeja pedaços das vísseras do imolado (que, sinceramente, fiquei com medo de perguntar se era um animal ou um homem).

Para afugentar os espíritos maus, os membros da aldeia usam palavras mágicas. Eu quase corri de medo ao notar que o uso dessas palavras fez um homem, aparentemente são, cair no chão em convulsões assustadoras.

O nível de maldade dessa gente é horrível. O sacerdote celebrou o crescimento do ódio, da desnutrição que existia em volta deles e mesmo de terremotos onde milhares morreram logo no país vizinho. Segundo o sacerdote, o ódio e os males oriundos dele e as catástrofes são profetas do seu deus. São eles quem realmente demonstram a verdade das palavras dessa divindade.

Há entre eles alguns que são considerados zumbis. Segundo acreditam, essas pessoas foram mortas e o que mantém falantes é um espírito. Elas são defuntas, um espírito, que não é o delas, as mantém animadas. Em outra aldeia, achei grupos onde todos confessam-se zumbis. O que me fez entender o porquê de matarem um homem para sua refeição ritualística.

Aviso a qualquer um que ler essa mensagem: se ouvirem falar dos seguidores do Yeshu, corram! Não os receba em casa!

Nota de esclarecimento: é notório que a religião retratada se refere ao cristianismo. O objetivo foi escrever como alguém, sem nenhum conhecimento, cultural ou de estudo, sobre a religião, a interpretaria baseado unicamente no seu vocabulário cotidiano e nas coisas que são ditas em seus cultos. Assim, obviamente, pretendo que se reflita como demonizamos religiões diversas simplesmente por não conhecê-las a partir delas mesmas. Mas interpretamos informações de segunda mão ou daquilo que nos atinge visivelmente.

Vamos nos aproximar do diferente e permitir que ele nos diga sobre si. Nem tudo que parece, de fato o é.